Comentários sobre: Cloverfield: Versão do Diretor https://fabiomadrigalbarreto1755875034000.0761196.meusitehostgator.com.br/2008/02/10/cloverfield-versao-do-diretor/ Escritor, Roteirista e Comunicador Mon, 11 Feb 2008 18:32:06 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 Por: Rafael Lima https://fabiomadrigalbarreto1755875034000.0761196.meusitehostgator.com.br/2008/02/10/cloverfield-versao-do-diretor/#comment-1317 Mon, 11 Feb 2008 18:32:06 +0000 http://judao.com.br/blogs/hollywood/2008/02/10/cloverfield-versao-do-diretor/#comment-1317 Rapaz, já durante a passagem da festa (que na minha opinião durou muito tempo) eu começava a me arrepender de ter pago o ingresso para ver o filme. Sério. Mas depois do primeiro tremor a coisa mudou. As cenas seguintes foram realmente chocantes, algo que chegou perto de me emocionar, tamanha originalidade e realismo. Até a da Ponte do Brooklyn confesso que minha respiração estava impossível de estar mais presa. E o desenrolar do filme não decepcionou. A cada cena de ação eu me impressionava mais e mais. Efeitos absurdamente perfeitos e convicentes, além de cenas que de fato me colocaram como se estivesse vivendo toda a angústia do protagonista e seus amigos. Mas é claro que nem tudo é perfeito. Aqui destaco dois pontos cruciais. O primeiro é o final que, assim como “Eu sou a Lenda” decepcionou. Tudo bem que há especulaçoes sobre continuações e tal, onde tudo seria explicado melhor, ou o argumento que o fim teria que ser tão radical quanto a proposta do filme em si, como ocorreu com a Bruxa de Blair. Mas no finzinho, bem que poderia aparecer um soldado resgatando os namorados dos escombros, ou só a câmera talvez, sei lá, e um gancho meio que amarrando o todo (uma cena panoramica de NY bombardeada com um grito do bicho, sei lá). O segundo ponto negativo é o fato do malandro não largar a camera por nd, filmar coisas que naquela situação ninguém filmaria e ninguém também arrancá-la de sua mão e espatifá-la com raiva pelo menos uma vez (poxa, o mlk lah perdeu o amigo, o irmao, qs a namorada. Uma hora iria se irritar). Isso deixou o filme um tanto irreal. Eu mesmo tive que abstrair e me concentrar no td. Mas na boa, se eu já tinha achado “Eu sou a Lenda” um exemplar que tinha dado novo fôlego ao gênero Sci-Fi, Cloverfield me deixou de queixo caído. Muito ousado, impactante e absolutamente bem feito. Como disse, saí do filme me sentindo novamente como uma criança, comentando cada parte do filme como fosse uma experiência fantástica e totalmente inovadora. Nota 10.

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